Feridas que não cicatrizam ou pintas podem ser câncer de pele

Diagnóstico médico preciso e remoção segura com suporte de tecnologias para melhor cicatrização e acompanhamento.

Quais são os tipos de câncer de pele?

O câncer de pele é a neoplasia mais comum no Brasil e no mundo, correspondendo a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país.

Ele se desenvolve a partir do crescimento anormal e descontrolado das células da pele. Quando diagnosticado precocemente, tem altíssimas chances de cura.

Os principais tipos são:

O que causa o câncer de pele?

O câncer de pele tem causas bem estabelecidas.

Os principais fatores de risco são:

A prevenção e o diagnóstico precoce salvam vidas.

Quais são os sinais de alerta do câncer de pele?

O câncer de pele, quando detectado no início, tem altíssimas chances de cura, sendo acima de 90% na maioria dos casos.

Por isso, qualquer lesão suspeita deve ser avaliada:

  • Pintas que mudam de cor, tamanho ou formato
  • Feridas que não cicatrizam
  • Manchas que coçam, sangram ou descamam
  • Lesões elevadas e brilhantes com vasinhos

O diagnóstico precoce começa com uma avaliação dermatológica completa.

Como é feito o tratamento do câncer de pele?

Na Derma Gávea, o manejo do câncer de pele segue protocolos médicos rigorosos.

Cada caso é avaliado de forma detalhada para entender:

  • Tipo histológico do tumor
  • Tamanho, localização e profundidade
  • Perfil e histórico do paciente

A partir disso, é definido um plano que pode incluir:

  • Remoção cirúrgica (exérese) com margem de segurança
  • Cirurgia micrográfica de Mohs (casos selecionados)
  • Suporte com tecnologias para cicatrização
  • Acompanhamento pós-operatório e vigilância

O tratamento é sempre individualizado e orientado pela melhor prática médica.

Protocolos relacionados

Para melhores resultados no pós-operatório e vigilância:

Protocolo de Cicatrização Avançada

Estímulo da regeneração da pele após remoção cirúrgica

Protocolo de Vigilância Dermatológica

Acompanhamento periódico com mapeamento de pintas e dermatoscopia

Os protocolos são definidos após avaliação médica

Câncer de pele tem cura?

O objetivo principal é a cura do câncer de pele com o menor dano estético e funcional possível.

É importante entender: após o tratamento, a vigilância periódica é essencial.

Os resultados são:

Remoção completa do tumor (margens livres)

Cicatrização adequada e com boa qualidade estética

Vigilância contínua para detecção de novas lesões

Tranquilidade para o paciente

Qual é a melhor tecnologia para Câncer de Pele?

A clínica conta com tecnologias que auxiliam no processo diagnóstico e na recuperação pós-cirúrgica:

Dermatoscopia digital

Para avaliação detalhada de lesões suspeitas

RedTouch

Estimula a cicatrização e a qualidade da pele após a remoção

lavieen

Auxilia na renovação celular e melhora da cicatriz

Radiofrequência

Estímulo da cicatrização e melhora da qualidade da cicatriz pós-cirúrgica

Deka Punto (CO₂)

Em casos selecionados, para refinamento de cicatrizes após remoção de tumores

Cada tecnologia é indicada de acordo com o diagnóstico

Dúvidas frequentes

Sim, na grande maioria dos casos, especialmente quando diagnosticado precocemente.

Toda cirurgia deixa cicatriz, mas técnicas avançadas e suporte tecnológico ajudam a obter o melhor resultado estético possível.

Depende da avaliação dermatológica. Pintas suspeitas devem ser removidas para análise. Pintas benignas podem ser apenas monitoradas.

Recomenda-se uma avaliação anual para pacientes sem fatores de risco. Para pacientes com histórico ou muitas pintas, a frequência pode ser semestral.

Dermatologista especialista em prevenção e tratamento do câncer de pele

O diagnóstico e tratamento do câncer de pele exigem experiência clínica e precisão.

A Dra. Shirlei Chaves atua há décadas na dermatologia, com foco em avaliação detalhada, diagnóstico precoce e indicação correta do tratamento.

Esse olhar clínico é o que permite identificar lesões suspeitas e conduzir o paciente com segurança.